Resident Evil: uma saga!

Nos idos de 1996, foi lançado para o PlayStation e para o contemporâneo (e da mesma 5a geração) Sega Saturn, o jogo que iniciou uma série que leva legião de fãs para qualquer plataforma (de acordo com as possibilidades financeiras, né galera. Aqui é BR huehue): Resident Evil (no ocidente. No Japão é Biohazard, ou seja, ameaça biológica. Nunca teve obrigação de ter mansão, terror e zumbi ao invés de ação e tiro). A A grande sacada de lançar um jogo "fora do tempo" (lançado em 1996 mas, o jogo se passa em 1998), com detalhes perturbadores (diz o pessoal da psicologia que as maçanetas giram ao contrário para perturbar a cabeça da geral) sustos garantidos no primeiro gameplay (malditos Cerberus!) e quebra-cabeças dignos de um Sherlock Holmes, fizeram desse um game inesquecível e a série que veio, é a consolidação de uma crônica muito bem enredada!



Há quem diga que "estragaram a série", "perderam a mão", ou ainda "viajaram demais". Nesses 22 anos acompanhando a série, dos jogos lançados, dá pra contar fácil qual jogo eu não tive contato e posso assegurar que, no meu humilde entendimento, NENHUM jogo denigre a série. Pelo contrário, os "spin-offs" completam lacunas do enredo. Por outro lado, muitos fãs aparentemente não sabem o que querem (alguns reclamam simplesmente de tudo o que é lançado, independentemente da qualidade).

 
Tendo dito isso tudo, aqui, começa um tópico sobre essa série que todos amamos. Espero vocês no próximo artigo!

Games e o inglês (ou qualquer outro idioma).

Aprender um novo idioma é um desafio chato para quem não gosta. E um delicioso prazer para quem gosta. Essa declaração é um fato. Se você joga há muito tempo, deve saber que (quase sempre) nem as instruções viriam em português. Para aprender, era na "raça" mesmo (fora os cognatos, que nos fazem rir até hoje, como "Tiger Robocop", "Força do chá", "Mini Taxi" e "Holly ude").

Os jogos na década de 80 e 90, em sua esmagadora maioria, tinham nenhuma ou quase nenhuma "voz" (coisas como o "Good luck" e "Emergency" de Star Fox, e "The last Metroid..." são exemplos de que havia qualidade, mesmo na compressão de dados. Outros jogos da 4a geração são muito ricos em "vozes" como Clayfighters ou Kyle Petty's: No fear racing, ou mesmo para os mais saudosistas, ouvir a voz do Ayrton Senna no jogo que leva o seu nome no Mega Drive),
até o advento da 5a geração, com mídias em CD-ROM, com capacidades muito maiores (os maiores cartuchos de Nintendo 64, "Conker's Bad Fur Day e Resident Evil 2 possuem a "astronômica" capacidade de 64 MB de memória, enquanto o CD-ROM mais simples possuía, pelo menos, 700 MB) e mais canais livres para o som (o N64, NESTE quesito, tinha metade da capacidade do PS1), dando uma oportunidade para a voz entrar junto com a trilha sonora, modificando a maneira de jogarmos (SIM! Se você não entendesse o que era falado, o jogo seguia no puro Jazz). 

Quem jogava RPG foi feliz com a quantidade de TEXTO que precisava ler (os RPGs com localização (NÃO! Não é dublagem!) foram surgir "pra valer" a partir da 6a geração). Não foram nem um nem dois que encontrei nessa vida que, de dicionário na mão, traduzindo sentenças igual ao meu pé, desenvolveram "aquele" inglês "by Nintendo", que é claro, foi refinado pelo tempo e pelo uso. Sempre haverá quem nem queira aprender nada mas, por experiência pessoal, asseguro que é uma excelente fonte de desenvolvimento.


Coleções: Físicas e lógicas.

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Não falta quem apresente sua coleção com mais de 12000 jogos, de diferentes plataformas, em um emulador que cabe na palma da mão e custa "$100nhão", assim como também há o colecionador de "hardware" que, como o bibliófilo abomina o PDF, precisa pegar a mídia física para poder afirmar que possui o jogo (ou o filme, ou o livro... Depende da coleção e do colecionador).

S.O.R. e Lapso temporal: um marco memorável

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Aquele sonzinho de batida pop e linha de piano marcante ficou registrado na minha mente como uma chave que aciona uma quantidade de emoções e nostalgia que jamais seria possível lembrar sem este importante gatilho. Primeiro aparece aquela breve história. Na sequência Adam e Blaze. E por fim — e entre os dois —, Axel. Não demora quase nada para cairmos na porrada e começar um dos jogos mais marcantes do início dos 90s, exceto se você fizer tanta questão de ouvir o tema do jogo, que soava tão lindo que quase todas as vezes eu ficava dividido em apertar o bendito botão para começar o jogo, ou ouvir um longo trecho da música introdutória.


Speedrun (World Record) Donkey Kong Country 2: corra como se fosse o fim do mundo!


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O que 'fechar o jogo' em um tempo tão rápido pode te dar como recompensa?

A primeira coisa, acho que é o reconhecimento dos demais jogadores, na sequência prêmios em dinheiro e em terceiro, patrocínio! Isso se você já não for um streammer com grande público.